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coffeemuseum.com

Numa das minhas pesquisas, encontrei à venda o URL: www.coffeemuseum.com por alguns milhares de euros e um conceito começou de imediato a nascer na minha cabeça. Depressa pus-me a navegar pelos sites dos principais museus de arte moderna, como benchmarking, das mais diversas marcas de café, regiões produtoras, coffee houses e de muitos outros stakeholders do café.

De um modo geral, encontrei uma comunicação web institucional, comercial e inerte ao nível das emoções e da relação com o “coffee lover” e depressa senti que havia espaço para criar um projeto humano sobre café, num museu que conta histórias de pessoas para pessoas e que convida todos a participar.

Por acreditar no valor deste projeto, comprei o domínio coffeemuseum.com e desafiei um conjunto de colegas a entrar nesta aventura. Assim nasceu uma equipa constituída por uma designer, dois programadores, uma fotógrafa, um cineasta e uma engenheira que criaram o primeiro museu temático, 100% virtual e original dedicado à 2ª bebida mais consumida em todo o mundo, o café, com uma primeira coleção inteiramente dedicada a São Tomé e Príncipe.

Associado ao museu, nasceu o conceito “Coffeeism” à semelhança dos movimentos artísticos como cubismo ou o surrealismo, para dar “poder ao consumidor” através da partilha de ideias, experiências e emoções relacionadas com o café, em resposta a desafios de inovação lançados pelo museu ou por empresas, numa plataforma que promove a inovação aberta.

Criámos também a rede “Coffee ba” de stakeholders que atuam no âmbito do café e que que cresce a todo o momento, sendo “ba” um conceito japonês de ponto de encontro, espaço físico e virtual, de criação de novo conhecimento.

A visão foi sempre a de criar um museu temático 100% online e 100% original, baseado no conceito Human to Human (H2H), de inovação aberta, e capaz de gerar uma nova camada de valor transversal a todos os stakeholders do mundo do café, sem concorrer diretamente com nenhum.
O desafio estava lançado e começava uma nova aventura.
Nesta aventura exploramos muitos trilhos e passamos um número infindável de horas a criar aquele que é hoje o CoffeeMuseum, um museu em constante movimento que cresce segundo a segundo com o contributo de todos.

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programa valorizar

Apoiar projetos de interesse para o turismo, que promovam a coesão económica e social dos territórios de baixa densidade.

1. objetivos:

. valorizar ou incrementar a oferta de Cycling & Walking, nomeadamente no contexto dos percursos cicláveis, pedonais e de fruição espiritual;
. valorizar o património e os recursos endógenos das regiões ou o desenvolvimento de novos serviços turísticos;
. desenvolver atividades económicas do turismo ou com relevância para o setor;
. estruturar programas de visitação turística em destinos do interior;
. desenvolver calendários de eventos;

2. beneficiários:

. entidades públicas;
. empresas e outras entidades privadas;

3. despesas elegíveis:

. estudos, projetos e assistência técnica;
. obras de construção, adaptação, aquisição de bens e de equipamentos;
. suportes informativos físicos e/ou digitais multi -idioma;
. ações de promoção nacional e internacional;
. ferramentas de monitorização da procura;
. organização dos calendários de eventos;
. intervenção de revisores ou técnicos oficiais de contas externos;

4. limites máximos à elegibilidade de despesa:

. 150.000,00€ – empresas;
. 400.000,00€ – entidades públicas e privadas sem fins lucrativos;

taxas de financiamento ascendem a 90%

fecho a 31/12/2017

(candidaturas em contínuo)

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linha de apoio

Agora as empresas de turismo vão poder aceder a uma nova linha de financiamento, dotada de 60 milhões de euros, decorrente do Protocolo, assinado no dia 2 de março na BTL – Feira Internacional de Turismo, entre o Turismo de Portugal e 12 instituições bancárias.
O protocolo estabelece o prazo de reembolso máximo de 15 anos, estipulando quatro anos de carência máxima. A taxa de juro aplicável à parcela do Turismo de Portugal é nula.

vão ser privilegiados os investimentos em projetos:

. de requalificação de empreendimentos turísticos;
. de empreendedorismo na área da animação turística;
. na área da restauração de interesse para o turismo;

O novo instrumento será acessível a empresas turísticas de qualquer dimensão. O montante máximo do financiamento concedido poderá chegar aos 75% do valor do investimento elegível, estando definido o valor de 2,5 milhões de euros como limite máximo de investimento do Turismo de Portugal em cada operação.

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